Os Dias Atuais
O grande, e terrível problema do nosso tempo é que o homem não segue mais o bem, acontece exatamente o contrário: o homem vai decidido pelo mal, segue o mal, já não percebe o mal e participa dele, seja direta seja indiretamente, no que foge de Deus, porque – assombro dos assombros – para o homem moderno o mal virou bem.
Vejam: nós temos um governo comunista, maligno, que só tem um objetivo: trabalhar para o mal! Implantar leis do mal! Leis que conduzem o povo ao mal! Leis que buscam a servidão socialista e miséria comunista e seu governo sempre sanguinário. E ordinário! Entretanto milhares de brasileiros o aprovam, batem palmas para seus atos, até porque – muito esperta e muito comunistamente – este governo trata milhares de bocas, sem as pessoas precisarem trabalhar, então o governo é bom. Bom para os escravos futuros!
A atual civilização chegou a um estágio tal de subserviência, que já não percebe que é escrava no literal sentido da palavra, porque embora permaneça – por enquanto – livre de peias e possa ir e vir, no fundo não segue mais os caminhos do bem, antes vai célere para o mal. Há um bem eterno, que para nós deveria ser caminho e rota imutável: Deus! Jesus é o caminho! Jesus é a única verdade! Jesus é a única vida possível em plenitude! Fora Dele e de seu caminho, de seus princípios, da sua Santa Lei, não existe felicidade, não existe bem estar, não existe solução, não existe vida plena. Sem Deus é a escuridão, é a dor, o sofrimento, a depressão, a infelicidade, a falta de paz e de segurança, pois tudo o que o homem faz por si, é nada mais que por remendos podres, sobre remendos.
Mas que faz a sociedade moderna? Segue os fariseus, aplaude a classe dissoluta do Sinédrio, e bate palmas para os Judas que prendem nossa nação com os grilhões do anticristo, porque é só dele que partem as exigências de leis que destruam a vida. E nosso povo não percebe que, quando por lei tentam implantar o aborto aqui a qualquer custo, quando por lei tentam obrigar toda nossa nação a aceitar o pecado do ato homossexual como normal, quando, por lei, tentam destruir a alma das nossas crianças abrigando-as a aceitar a “diversidade sexual” e quando, por lei, tentam obrigar a imensa maioria do povo a aceitar o pecado como um bem – em nome da vida boa do estado – então já somos todos escravos humilhados, e isso por uma classe tão diminuta quanto diabólica. Escravo, verdadeiro é aquele que se cala diante do descalabro em que vivemos. Que é a humanidade de hoje senão uma escrava estúpida da mídia e já bestializada pela televisão? Que é nosso povo de hoje, senão escravo do ter e do ser, e não importa os meios, fraudes, enganos, roubos, escândalos, ardis e súcias que se emprega para chegar ao topo? Que são nossas crianças de hoje, senão escravas de um ensino estúpido, tolo e emburrecedor, deformante da personalidade e, portanto maligno? Que são nossas mulheres de hoje se não escravas da beleza, servas das modas e modismos, tantas delas nada mais que vidas fúteis, bibelôs inúteis e imprestáveis? Que são tantos dos nossos homens de hoje, senão crápulas e covardes, cegos de propósito e, portanto coniventes com um mundo que despenca na imoralidade, pois já não reagem?
Que são nossos pobres professores de hoje, torturados e pressionados por currículos nefastos, oprimidos por salários indignos e tendo que suportar classes inteiras de filhos moleques, que já os pais não controlam, e que tantos apenas controlam, porque os comprando com prêmios, com mesadas, presentes tantas vezes demolidores dos orçamentos? Que são hoje nossas famílias senão farrapos desunidos e trapos dilacerados, que longe de Deus e sem oração unida, tantas delas nada mais podem produzir que estes farrapos de filhos? Nunca, jamais um só povo, uma civilização, uma raça sequer conseguiu manter-se por muito tempo, depois de ter chegado ao abismo da imoralidade a que hoje chegamos. Não há esperança alguma – da parte do homem – de recuperar as rédeas de nosso destino: o limite do inaudito já foi ultrapassado, não há mais volta.
Tudo isso é visível, é perceptível, extremamente fácil de ser observado, por alguém que esteja um mínimo ligado no Espírito Santo, porque ora. Tudo se torna tão cristalino e inteligível, que se nos é inexplicável que as pessoas não reajam mais! De fato, mesmo que no agora certas coisas não atinjam diretamente a todos, verdade é que a destruição lenta das famílias – alvo primeiro da besta – prenuncia a derrocada furiosa de toda a civilização. Mas existem por aí certos agentes do inimigo a crocitar que vemos mal em tudo e que tudo isso é normal e com o tempo vira em bem. Falam que o bem sempre vence e que nós não no devemos preocupar, porque Deus é misericordioso e jamais permitirá que o mal avance tanto ao ponto de nos destruir. Este grasnado interessa apenas ao inimigo, porque o mau maior de hoje não é ver o mal em tudo e sim em não ver o mal em mais nada. É isso que dá vazão às avalanches do inferno que avançam como bólidos ensandecidos, e já não somente atingem as almas como até mesmo os corpos. Pervertem não somente aos adultos, mas já atingem as crianças inocentes. Que significa esta profusão de doenças não mais curáveis pela medicina atual, que embasbacam a ciência e deixam médicos perplexos? Tudo isso é fruto do mal galopante, que já parece triunfar! Mas são raríssimas as pessoas que percebem isso. Hoje, todos aqueles que se dedicam à esta evangelização, em todos os lugares encontram determinadas situações que raiam ao absurdo. Imensidades de pessoas, em todas as cidades, vilas e povoados, parecem tomadas de uma estupidez absurda, de uma cegueira que só pode ser intencional, algo que raia à irracionalidade insana. Há pessoas para as quais, basta citar a palavra “Apocalipse”, para que entrem em pânico, elas não querem saber de nada que venha disso, não aceitam ponderação alguma e chegam a gritar à simples menção do termo.
Meus queridos amigos, hoje o mal inunda a terra, conspurca todo o planeta. A Moral – aquela que brota da lei de Deus – está sendo aos poucos trancafiadas em uma masmorra, enquanto a imoralidade “ética” e peçonhenta assola este planeta com seu halo putrefato. Em todo o mundo, em todos os sentidos, em todos os setores, governos, economia, educação, natureza, moral, tudo está mergulhado num abismo de sordidez, de malignidade, de corrupção. O sentido é enriquecer, a qualquer custo, a qualquer preço, nem que tenham de vender sua alma ao demônio. Que alguns já acham um ser “bonzinho”!
O fato é que os tempos foram contados, os dias prenunciados estão em curso e as datas estão fixadas. Satanás também sabe fazer contas de dias – até melhor do que a imensa maioria dos nossos pastores – e ele sabe agora que pouco tempo lhe resta. Exatamente por isso é que Deus já revelou algumas datas: para que o inimigo entenda que seus dias de ação neste planeta estão em curso final, e não dá mais para adiar nada. O que nos espera adiante? Nos espera uma tremenda hecatombe! No momento em que as forças econômicas entrarem em colapso, será no mundo inteiro um salve-se-quem-puder. Naturalmente que os grandes mercados financeiros, da Ásia, Europa e América do Norte sofrerão abalos maiores. Ai dos povos que residem naquelas terras, ai em especial daqueles que se banquetearam durante séculos do sangue das colônias e da exploração predatória dos seus recursos! Ai daqueles que lutam para se livrar dos ditames imutáveis da Eterna Lei! Ai daqueles que tentaram quebrar os grilhões que os prendem ao Criador! Eles podem até ir até o fim nesta teimosia, mas o preço é a morte.